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segunda-feira, 6 de junho de 2016

HISTÓRICO e GRATIDÃO

HISTÓRICO E GRATIDÃO

Comecei a aprender jogar Damas um pouco tarde pois já estava então com mais de 12 anos. Enquanto aprendia as dicas com os mais experientes conversava com outros colegas praticantes do Xadrez. E me diziam maravilhas e também provocavam-me com piadinhas, tipo: "Dama é jogo para mulheres! Rss...rsss.."A oportunidade real de aprender a praticar a Arte de Caissa só veio durante o tempo da faculdade. Já como professor de matemática, lá pelos idos de 1983, comecei a despertar nos meus pupilos o interesse pela prática enxadrística ministrando-lhes os primeiros conceitos básicos. A seguir, com a participação de alguns colegas (Prof. Chiquinho, principalmente), ou sozinho, implementei projetos de xadrez escolares onde além das aulas convencionais, estimulava-os a disputarem partidas virtuais, a lerem poemas de Cecília Meireles e de Fernando Pessoa entre outros, a participarem de concursos de confecção de peças e tabuleiros que promovíamos na escola além de competirem em torneios inter-classes (vide nossa Galeria de Fotos). 

Já com a Matemática, no início, lá pelas 3ª série do EF (1964), tive dificuldades para operar a divisão com três algarismos no divisor. Sem contar o terror que a didática de minha professora tocava em mim também tinha como concorrente o meu foco excessivo numa diversão chamada futebol. Nem meus primos superdotados nessa disciplina conseguiam me ajudar a sanar minhas dúvidas. Tive que me submeter as aulas particulares da Profa. Áurea, na Escolinha do Centro Espírita-Av. Goiás. E quem me tirou dúvida nem foi ela e também meu saudoso primo, Manoel de Quintino, que em poucos minutos sanou a minha grande dúvida! Algumas áreas da Matemática sempre me atraíram, como a Geometria, uma parte da Álgebra e a Estatística. Esta última tive que aprender um pouco dela nos livros pois nunca tive oportunidade nas escolas por onde passei. Mas a parte mais interessante da matemática foi com os Desafios Lógicos, que tive maiores contatos já na Sala de Recursos de Altas Habilidades/Superdotação /Secretaria de Educação do DF, onde fiz parte do quadro de Tutores por sete anos consecutivos. E foi um aprendizado e tanto. Pois lá, tive também a oportunidade de aprender com profissionais bastante  qualificados. Minha eterna gratidão a todos eles, em especial a(o)s colegas Maurício Schelb, Maira Schelb, Rubens Canaan e a Psicóloga Andréa, pela amizade, suporte e ótima convivência Às colegas Profas. Renata Santos Silva e Ana Paula Poças Zambelli  pelo convite para a área e apoio incondicional, à Profa. Dra. Renata Rodrigues Maia pela criação nacional do NAAH/S e suporte a nossa Sala, às Profas. Dras. Denise Fleith e Ângela Virgolim (UnB) pela orientação psicopedagógica na área. Não poderia deixar de lembrar também a boa vontade das nossas colegas diretoras Maria Izenaura (CEMPF) e Simone (EC411 Norte) pelo apoio logístico em sediar nossas Salas de Recursos.

O contato e aprendizagem na área de Ciências Espaciais só aconteceu em 2006 devido aos contatos do Profs. Mauricio Schelb e Maira Schelb com a Agência Espacial Brasileira-AEB. As nossas participações nas Feiras Nacionais de Ciências e Tecnologias, do MCT-Ministério das Ciências e Tecnologias também colaboraram nesse aprendizado, culminando com as nossas participações nas II e IV Jornada de Astronomia e Astronáutica naquele ano e seguintes. O contato com especialistas dessa área foi preponderante para abrir novos horizontes em minha carreira docente. A capacitação visando a preparação de oficinas de astronáutica em parceria com a OBA, através de seu Presidente Prof. Dr. João Batista Garcia Canalle, também marcaram significativamente meu envolvimento com essa área. 

Obrigado ao Prof. Canalle e aos irmãos Schelb pelo apoio moral e profissional. Todos vocês são especiais para mim!


Já o aprendizado em Astronomia remonta a chegada do Cometa Halley, em 1986, e logo depois colaborando com a fundação do Clube de Astronomia de Brasília-CAsB (em 1988), juntamente com os amigos Nelson Rank, Francisco Abreu, Antonio Benazzi, Wilton Costa, Francisco Lacerda entre muitos, porém não menos importantes. Foi nessa instituição que aprendi a conhecer o céu de Brasília e do Brasil com seus fenômenos e fatos corriqueiros que até então para mim ainda não eram sequer "caixinhas de jóias"! Hoje tento disseminar essas informações que vocês me repassaram e até hoje continuam a fazê-lo, mensalmente, com as já famosas exposições de telescópios no evento  Astronomia na Praçana nossa Capital da Esperança. Obrigado a todos que contribuiram para minha melhor aprendizagem de nosso espaço celeste!

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